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“A Galiza em Versão Popular e Jazz”

19 Julho| Largo Camões | 22h00

“A Galiza em Versão Popular e Jazz” | BANDA DE MÚSICA MUNICIPAL DE VALGA

Direção Musical | Manuel Touceda

PROGRAMA I
TANGO para o TOREADOR
                            Herman Chr. SnijdersJESUS CRISTO SUPER STAR
                            Lloyd Webber / arr. Willy Hautvast
(seleção) OS MISERÁVEIS
                            Claude-Michel Schonberg / Warren Barker(seleção)
AIRES DO SAR
                             Ricardo Noya
(passo doble-marcha) II
NON CHORES SABELIÑA
                            Gustav Freire Penelas
LA FLOR DE AZAHAR
                            Gregory Fritze
PASSO DOBLE ANIVERSARIO
                             Marcos Mato
Manuel Villar Touceda nasceu en Valga (Pontevedra) em 1969 e com 15 anos passou a formar parte da Banda de Música Municipal de Padrón como trompetista. Estudou no Conservatório Superior de Santiago, no Conservatório Superior da Coruña, Madrid, Vigo. Teve aulas com os mestres Justino Prieto, José Vicente Simeo, José Ortí, Enrique Rioja e Benjamín Moreno. Estudou Pedagogia Musical com os mestres Tomás Rábanos, Ana Mª. Navarrete, Susa Herrera, Tomás Marco, Fernando Palacios e Jos Wuytack. Estudou Direção de Banda com Adám Ferrero e Henri Adams, Carlos Seráns, Jan Cober, Orquestração com Samuel Adler e Direção de Orquestra com Cristóbal Soler e Navarro Lara. Colaborou com as Banda de Vilagarcía, Banda da División Guzmán El Bueno (Sevilla), Banda Sinfónica de Galicia, Banda Municipal da Coruña, JONDE, Orquestra Sinfónica de Galicia, Orquestra e Coro de RTVE. Foi professor na Escola de Música Municipal Caldas de Reis, no Conservatório Superior de Música de Vigo e foi Presidente da Sociedade Cultural Banda de Música M. de Padrón. Na atualidade é o Diretor da Escola e Banda de Música Municipal de Valga, Vogal da Federação Galega de Bandas de Música Populares, Vocal de AGEMM, Professor de Música.A origem da Banda de Música Municipal de Valga está intimamente ligada á Escola de Música de Valga, que desde 1996 com 50 alunos e 2 mestres, iniciou a formação musical dos jovens de Valga, atingindo já, em 1999, 130 alunos e 15 mestres. Graças a este êxito, começaram a desenvolver-se atividades como grupo coral, grupo de percussão, Big Band e a Banda de Música, que mais tarde daria lugar à Banda Xuvenil de Valga e à Banda Infantil de Valga onde se formam os futuros músicos deste agrupamento. O concerto de apresentação deste coletivo musical teve lugar no I Festival Letras Galegas do ano 1999, celebrado em Valga com grande êxito da crítica para, posteriormente, participar em numerosos festivais pela Galiza, ou fora dela: Luarca, León, Zamora, Palencia, Segovia, Tarragona, Madridejos (Toledo) ou Troviscal (Portugal). Entre as atividades anuais, cabe destacar o Acampamento Musical celebrado todos os verões desde 1999 nos mais diversos lugares: Allariz, Lugo, Portomarín, Luarca, León, Zamora, Palencia, Segovia, Tortosa, Badajoz, Alcalá de Henares e Bilbao. Outras das suas atividades são o ciclo de concertos com diretor convidado, gravações como a de Melodias Populares (2005) difundida na tournée por Bos Aires, a realização de intercâmbios musicais e a participação em festas populares. Em relação a prémios, obteve no Certame Provincial de Bandas de Música, Deputação de Pontevedra, o 3º prémio nos anos 2005 e 2009, 2º prémio nos anos 2006, 2010 e 2011 e 1º prémio e menção de honra no ano 2007; no Certame Galego de Bandas de Música, Junta de Galiza, obteve o 3º prémio nos anos 2008, 2010 e 2011, 1º prémio nos anos 2007 e 2009 e prémio de melhor interpretação de obra de temática galega no ano 2010; no Certame Zonal de Bandas de Música, Deputação de Pontevedra alcançou o 2º prémio no ano 2008 e 1º prémio nos anos 2009 e 2010. Fora da Galiza, recebeu, no I Certame Nacional Villa de Magallón (Aragón), no ano 2006, o 3º prémio e participou no IX Certame Internacional de Bandas de Aranda del Duero no ano 2007.

“ Machina Lirica Duo”

18 Julho| Cooperativa LimaTerrae | 18h30

“ Machina Lirica Duo”, Programa Ibéria Mónica

Streitová Flauta | Pedro Rodrigues Guitarra
PROGRAMA – J. Vianna da Motta (1868/1948)
                                  3 Scenas Portuguezas op. 9 *- Fernando Lopes Graça (1906/1994)
                                  Melodias Rústicas, caderno IV- J. Rodrigo (1901/1999)
                                  Serenata al Alba del Dia- E. Granados (1867/1916)
                                  Danzas Españolas nº 2,4,5*- M. de Falla (1876/1946)
                                  Danza Española nº1 (de La Vida Breve) *
(*- Transc.: Pedro Rodrigues)
A criação do programa “Ibéria” teve origem no convite para a participação no renomado Festival Internacional “Colores Flamencos” OLOMOUC 2011 na República Checa. Do programa fazem parte composições originais de compositores portugueses e espanhóis para flauta e guitarra, assim como transcrições do guitarrista Pedro Rodrigues. Este músico, juntamente com a flautista Monika Streitová são os protagonistas de Machina Lírica Duo. O nome do grupo foi inspirado num poema de delicada beleza bizarra do poeta pós-surrealista português, Helbert Hélder. A combinação incomum das duas palavras reflete a natureza intrínseca do ideal estético do grupo – o músico como uma máquina com alma e espírito – e marca o padrão para a rigorosa escolha do repertório. A ideia central da dramaturgia do concerto baseia-se no objetivo de colocação no mesmo contexto de composições portuguesas e espanholas inspiradas pela cultura nacional dos dois países que durante vários séculos tiveram hegemonia no continente europeu e dominaram muitos povos em diversos continentes. A semelhança entre as duas línguas – portuguesa e espanhola, reflete-se também na música onde se pode encontrar elementos comuns, tais como: o senso da melodia e a ornamentação. Há, no entanto, muitas diversidades do carácter musical. As composições portuguesas respiram uma melancolia típica, têm uma elegância subtil e contém uma dimensão mais meditativa. Já as composições espanholas são mais dinâmicas pelo seu temperamento apaixonado. O subtexto lírico também está presente nestas, mas diferentemente e de uma forma bela. Ao colocá-las no mesmo contexto abre-se assim a possibilidade de comparar a miscelânea de semelhanças e de diferenças. O programa “Ibéria” tem uma grande variedade de cores, ritmos e cheiros. Reanima a poética do passado e permite reviver histórias esquecidas, e o ouvinte não precisa de debruçar-se sobre a questão de quem foi realmente o mérito no descobrimento do novo mundo.

Monika Streitová

A estreia do Machina Lirica Duo decorreu no prestigiado festival Musica Viva onde recebeu de imediato excelentes críticas tanto do público como da imprensa especializada: “Destaquem-se ainda os espetaculares intérpretes Monika Streitová (flauta) e Pedro Rodrigues (guitarra), que mostraram que a música contemporânea tem hoje em Portugal soberbos intérpretes à disposição.” (Pedro Boléo, Jornal Público). Monika Streitová e Pedro Rodrigues executaram em estreia absoluta mais de 170 obras, muitas delas dedicadas a estes intérpretes. Tais obras abrangem diversas formações, de peças a solo, solo com eletrónica, duos, formações de música de câmara até concertos com orquestra. Apresentaram-se ainda, em solo ou em duo, em salas como Carnegie Hall de Nova Iorque, a Salle Cortot de Paris, National Concert Hall de Taipei, Ateneo de Madrid, Endler Hall de Cape Town, CCB, Casa da Música, Grande Auditório da Fundação Gulbenkian e ainda em festivais de música contemporânea como Festival de Outono de Varsóvia, Elektronische Frűhling (Viena), MÚSICA VIVA de Lisboa, Porto e Coimbra, MELOS-ETHOS, Bratislava Musical Festival, Forfest Kromeríz, Ostrava Days of New Music, Evenings of New Music Bratislava, Musica Iudaica Prague, NEW MUSIC MARATHON Prague, the International Festival of Contemporary Music in Krakow, Silesian Festival (Katowice), Festival de século XX e XXI, City of London festival, Festivais de Outono de Aveiro, Festival Internacional de Música Contemporânea de Salvador (Brasil), Colores Flamencos Olomouc, e ainda em duo gravaram para a Antena 2, RTP e Rádio Checa.

“O Hábito não faz o Monge”

15 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 16h30
“O Hábito não faz o Monge” por Companhia de Teatro Stranaidea

“IL COSTUME NON FA L’ATTORE” (O HÁBITO NÃO FAZ O MONGE) criação teatral coletiva inspirada no texto de EDUARDO DE FILIPPO “A ARTE DA COMÉDIA”, com figurinos e cenografia realizados nos ateliers artísticos da cooperativa, representa uma reflexão sobre o trabalho e função social do teatro, infelizmente nem sempre reconhecido, e sobretudo sobre a motivação que todos ao dias os leva ao prazer de estar em cena.

FICHA TÉCNICA

Direção de palco Maria Pia Schiavone, Daniela Mancini
Luz e som Giorgio Codias
Assistência de Direção Marcello Turco, Marco Fiorito
Guarda roupa e cenografia Agnieszka Zlewska, Casa di Zanzero, Artemista, Ser e Ser Bimbi.
Coreografia Valentina Gallo
Encenação Francisco Braz

ATORES

Elena Siciliano Bianca Morsiani
Marcello Turco Simona Cangialosi
Paolo Conti Maria Luscri
Carlo Marmo Giuseppe Bannino
Marco Fiorito Beatrice Ferlano
Martina Tazzara Raimondo Romanazzi
Gianpaolo Dell’Anna

Sediada Em Turim Itália a cooperativa social “STRANAIDEA” é uma Instituição que atende cidadãos com deficiência mental e multideficiência, com várias valências espalhadas um pouco por toda a cidade. Com uma forte componente artística e laboral esta instituição tem como principal preocupação a inclusão social dos clientes a quem presta apoio, quer na vertente artística, criando parcerias com artistas nacionais e estrangeiros e fomentando intercâmbios com instituições similares que tem como principal preocupação o desenvolvimento das capacidades artísticas das pessoas portadoras de deficiência assim como o seu reconhecimento publico e social, como também a integração laboral em áreas de formação profissional onde podem desenvolver e integrar empresas de prestação de serviços públicos. Com uma equipa jovem e entusiasta esta cooperativa tem ao longo do passado ano (20011) festejado com vários eventos os seus vinte e cinco anos de existência, tentando dar mais visibilidade às suas iniciativas artísticas e ao seu trabalho em prol da integração. Dentro destes festejos coube ao já existente atelier de expressão dramática o desafio de criar uma obra de teatro que de alguma forma fosse ao encontro da celebração e ao mesmo tempo dar a conhecer a qualidade artística dos elementos que o integram.

Tendo por base a inclusão estabeleceu uma parceria com a associação cultural” Teatro Orfeo”, também sediada em Turim com experiencia em trabalho comunitário, nas áreas do teatro e da dança, integrou alguns dos elementos da associação e convidou um encenador Português (Francisco Braz) com larga experiencia no campo e fundador do primeiro grupo português – CRINABEL TEATRO, integralmente formado por atores portadores de deficiência mental.

O Universo Brassens

10 Julho| Cooperativa LimaTerrae| 18h30
“O Universo Brassens”
Michel Sadanowsky Guitarra | Pedro Lamares Voz

 
MICHEL SADANOWSKY é filho de mãe francesa, antiga violinista e de pai russo. Descobre a guitarra aos 12 anos e a paixão por este instrumento vai marcar toda a sua vida. Em Paris, encontra os grandes mestres da guitarra clássica como Turibio Santos, Cacérès, Ponce e Lagoya. Trabalha novas concepções musicais com Schwartz, aluno de John Cage e com guitarristas da nova geração como John Williams, Roberto Aussel e Alvaro Pierri, Martinez-Zaraté e sobretudo Abel Carlevaro. Ganha o Concours International de Guitare de Paris. Começa nesse ano a sua carreira internacional e os contractos com grandes firmas como YAMAHA e SAVAREZ. Atualmente, partilha o seu tempo entre os concertos e a supervisão de uma colecção de obras, transcritas para guitarra, nas Éditons Billaudot. Editou, até aos dias de hoje, várias integrais de Bach e de Dowland e gravou vários cd’s, sozinho ou em trio. Apaixonado pelo flamenco, confiou o manuscrito da sua obra «Rayon vert», a primeira Suite flamenca escrita para guitarra, às Éditions Combre. Orienta regularmente estágios e master classes no Japão, China, Europa, Austrália e Estados Unidos da América, e criou o Stage International de Guitare en Côte Basque, que funciona em Biarritz, desde 1986. Participa em júris de inúmeros concursos internacionais e, de 1995 à 1998, dirigiu o Departamento de Guitarra da Escola Juan Pedro Carrero de Barcelona. A sua delicadeza, aliada a uma espantosa virtuosidade, fazem dele um artista de presença excecional.
PEDRO LAMARESé um ator português, natural do Porto. Estudou Interpretação na Academia Contemporânea do Espectáculo, entre 1998 e 2001. Participou em representações de As Três Irmãs, de Tchekov, Tio Vânia, de Howard Barker, O Quebra Nozes, de Tchaikovsky, O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado, Os Saltimbancos, de Chico Buarque, e Carmina Burana, de Carl Orff. Pertence ao coletivo Caixa Geral de Despojos, com o qual colabora nas Quintas de Leitura, espetáculos de poesia, música e performance no Teatro do Campo Alegre, desde 2003. Na televisão colaborou em várias produções da TVI, desde 2005, bem como da RTP e numa co-produção da RTP com a Rede Bandeirantes, gravada no Rio de Janeiro. Participou ainda nas curtas-metragens Supercolla, de David Bonneville (2000), e De alto e coração, de Clara de Oliveira (2008), na média-metragem Chapéu-de-chuva, de Diogo de Sousa (2008), na mini-série “República”, de Jorge Paixão da Costa, contracenando com Joaquim de Almeida (2010) e na longa metragem “O Desassossego”, de João Botelho (2010). Foi professor de Expressão Dramática no Colégio do Sardão, em Oliveira do Douro, entre 2004 e 2006. Colabora, desde 2010 com a Academia de Música Fernandes Fão e é responsável pelo projeto “Em Cena” nesta instituição.
O UNIVERSO BRASSENS
 
Georges Brassens ocupa um lugar de destaque não somente na canção, mas também na poesia francesas e influenciou toda uma geração de compositores e intérpretes de diversas nacionalidades. Este compositor de incontestável talento, que veio a tornar-se um indiscutível ícone da canção francesa e cuja extensa obra foi traduzida em quase todos os idiomas do planeta (inclusive em esperanto), é venerado até hoje não apenas por seus compatriotas, mas também por inúmeros estrangeiros (francofones ou não) que se deleitam com seu repertório cheio de verve e não-conformismo.
Brassens impôs um estilo e despertou no grande público o gosto pela poesia. As suas letras são verdadeiros poemas de incomparável valor literário e de um conteúdo profundamente humanístico. Embora tendo sido considerado “um trovador contemporâneo”, os temas abordados no conjunto de sua obra permanecerão sempre atuais, pois retratam nada mais, nada menos que a condição humana.
Georges Brassens nasceu aos 22 de outubro de 1921 na cidade francesa de Sète, porto do Mar Mediterrâneo. Logo percebe que a canção necessita de poesia e que precisará aperfeiçoar-se na arte poética. Tinha à sua disposição um tesouro imenso: cinco séculos de poesia francesa, desde François Villon (seu principal mestre, nascido em plena Idade Média) até seus contemporâneos Paul Fort e Aragon, passando por Lamartine, Victor Hugo e Verlaine.
A fama de Brassens na cultura francófona é enorme!. Quase todos os franceses são capazes de cantarolar uma dúzia de suas canções. Os seus personagens são tão conhecidos quanto os de La Fontaine. Georges Brassens construiu um teatro imaginário, atemporal, através do qual nos transmite uma filosofia humanista que hoje nos parece cada vez mais moderna. Refazia exaustivamente cada canção, até atingir a perfeição; para muitas de suas composições existem mais de 50 versões temporárias. Os seus temas são essenciais de todos os lugares e de todos os tempos: o amor, o passar do tempo, a morte, a amizade e, acima de tudo, a vida… A vida mais forte do que as guerras e as ideologias, do que o poder e o dinheiro, do que todo o conformismo.
Não conhecer Georges Brassens significa perder toda uma fase da cultura popular francesa do século XX e uma oportunidade única de mergulhar profundamente no patrimônio poético francês. E muito, muito prazer!
in Isabel Pinho

“Com Dois Pianos”

11 Julho| Auditório da Academia de Música de Ponte de Lima | 18h30
“Com Dois Pianos” Edgar Cardoso | Nuno Marques
 

PROGRAMA

I

Claude Debussy (1862/1918) por Edgar Cardoso

– Danseuses de Delphes

– Voiles

– Le vent dans la plaine

– La fille aux cheveux de lin

– Ce qu’a vu le Vent d’Ouest

– La Cathédrale engloutie

II

Franz Liszt (1811/1886) por Nuno Marques

– Sonata em Si menor


Edgar Cardoso nasceu no Porto em 1992. Aluno de Sandra Meister, na Academia de Música de Vilar do Paraíso, prosseguiu estudos com Álvaro Teixeira Lopes. Atualmente conclui a Licenciatura em Música na Staatliche Hochschule für Musik und Darstellende Kunst Stuttgart (Alemanha), ao abrigo do programa ERASMUS, sob a orientação pianística de Friedemann Rieger, Nicholas Hodges e Andrzej Ratusinski. Na Universidade de Aveiro, ganhou quatro Prémios de Mérito e dois Prémios Universidade de Aveiro. Destacam-se, entre outros, alguns prémios obtidos em concursos de piano: Concurso Ibérico do Alto Minho (Melhor Interpretação da Peça Obrigatória em 2007, 2º prémio em 2008 e 2009, 1º em 2010); Concurso Marília Rocha (2º prémio em 2007, Prémio Marília Rocha e 3º prémio em 2009, 1º em 2010); Prémio «Helena Sá e Costa» do concurso interno da Academia de Música de Vilar do Paraíso; Concurso Luso-Espanhol de Fafe (1º prémio em 2008); Concurso Nacional de Piano de Coimbra (2º prémio em 2008, 1º em 2009); Concurso Internacional “Cidade do Fundão” (2º prémio em 2008, 1º em 2010); Concurso Santa Cecília (2º prémio em 2009, 1º em 2010); Concurso Nacional Paços Premium (1º prémio em 2009 e 2011) e Concurso Real Club Náutico de Vigo (finalista em 2011). Realizou recitais, como solista, em Portugal, Alemanha e Inglaterra, um concerto para piano com a Orquestra de Alcalá (Madrid), como pianista da orquestra BISYOC, Shropshire, Inglaterra. Em 2009, no curso Chetham’s International Piano Summer School em Manchester, teve aulas com Peter Donohoe, Radoslav Kvapil, Joan Havill e John Gough e ainda gravou um CD. No curso PIANALE Piano Academy, em Schlitz (Alemanha), teve oportunidade de trabalhar com Joaquín Soriano, Uta Weyand, Akiko Ebi, Ralf Nattkemper e Friedemann Rieger. Executou a primeira audição moderna de obras de Miguel Ângelo Pereira. Estreou obras de Pedro Santos em Vila Praia de Âncora. Participou ativamente em diversas masterclasses com Álvaro Teixeira Lopes, Andrei Diev, Christopher Hinterhuber, Dmitry Alexeev, Luiz de Moura e Castro, Maria José Souza Guedes, Mário Laginha, Miguel Borges Coelho, Murray McLachlan, Philippe Cassard, Ratimir Martinović e Yuri Ananiev.

Nuno Silva Marques estudou no Centro de Cultura Musical com o professor José Alexandre Reis, com quem concluiu o curso de piano com a classificação máxima. Na Guildhall School of Music & Drama – Londres estudou com Artur Pizarro e Caroline Palmer e ingressou no Royal College of Music obtendo o título de Master in Performance com Niel Immelman em 2006. Os seus estudos foram apoiados pela União Europeia (DFes), Fundação Gulbenkian e pelos Amigos da Música- Centro Cultural S. Lourenço. Participou em cursos e masterclasses de piano com Irina Zaritzkaya, Joel Bello Soares, Pedro Burmester, Tsiala Kvernadze, Vitaly Margoulis e Lazar Berman; e música de câmara com Stefan Popov, Jean Jacques Balet, Takaks Quartet, Florestan Piano Trio, Bernard Greenhouse (Beaux Arts Piano Trio), Alexander Rudin, Toby Hoffman e Ilia Grubert. Foi membro fundador do Trio Vianna da Motta, formado em 2001, tendo gravado obras de Schumann, Haydn, El-Turk e Piazzolla para a editora Centro Atlântico. O Trio Vianna da Motta apresentou-se em público em várias cidades de Inglaterra e Portugal, onde atuaram para o Presidente da República e o Primeiro-Ministro. O Trio foi laureado no Prémio Jovens Músicos, edição 2003. Em 2007 fundou o Cadenza Trio com quem se apresentou em Portugal, Espanha e Suíça. Fez parte do ensemble Underground Contemporary Music com quem atuou em The Warehouse, Londres. Também é membro de Cre-art Project tendo colaborado com este grupo desde a sua criação e do Krater Ensemble. Apresentou-se a solo em várias cidades de Portugal, Inglaterra, Alemanha, Suíça e Espanha. Atuou em importantes auditórios como St-Martin-in-the-Fields (Londres) e festivais internacionais como a Quincena Musical Donostiarra ou Musikaste, San Sebastian (Espanha). Destacam-se também concertos a solo com a Orquestra Artave e a Orquestra do Norte. Atualmente desenvolve a sua carreira pedagógica no Conservatório do Porto, Companhia da Música em Braga e termina o seu 2º Mestrado em Ensino da Música na Universidade de Aveiro.

Animação de Rua com Ensemble de Cordas

9 Julho| Largo da Picota | 11h30
“Animação de Rua com Ensemble de Cordas”
HEXATONE é um ensemble da AMFF (Academia de Música Fernandes Fão) constituído por músicos que conciliam as suas funções pedagógicas com a atividade musical. Com diferentes formações e vivências no país e no estrangeiro, todos os músicos possuem considerável experiência em orquestras e formações de câmara nacionais e estrangeiras. A sua excelência encontra-se associada a um profundo envolvimento com a instituição e um prazer imenso em partilhar com os públicos a sua arte. Um dos objetivos consiste na integração gradual de alunos da instituição, já concretizada neste ano letivo. As suas programações dão particular atenção à divulgação da música portuguesa e à atmosfera de cada um dos locais de atuação, alterando a sua formação base de acordo com as circunstâncias e sendo cada vez mais comum a atuação ao ar livre, indo de encontro à população, o que constitui sempre uma agradável surpresa e um bom momento do dia!
 
KATARZYNA ANNA PEREIRA, violino
SÓNIA CORREIA, violino,
RUI BARROCAS, violino
EVA NEIVA, violeta
NUNO CRUZ, violoncelo
ESTEFÂNIA FERNANDES, violoncelo
JAIME ALVAREZ, contrabaixo
DIANA SILVA, contrabaixo
OLGA AMARO, piano

“Mazgani”, Banda de Música Indie Rock

7 Julho| Teatro Diogo Bernardes | 21h30
“Mazgani”, Banda de Música Indie Rock


FICHA TÉCNICA / ARTÍSTICA

MAZGANI VOZ E GUITARRA
SÉRGIO MENDES GUITARRA
PEDRO GONÇALVES GUITARRA
VÍTOR COIMBRA CONTRABAIXO
JOÃO VITOR BATERIA

DURAÇÃO: 75 MINUTOS

Mazgani é um cantautor, que deu início à sua carreira com a edição do álbum “Song of the new heart” no final de 2007. Um debut aclamado pela crítica especializada, com grandes canções, de belas melodias e uma poesia que dificilmente se enquadram no facto de ser somente um primeiro disco.

Shahryar Mazgani começou a cantar em 2004, contando Leonard Cohen, Nick Cave e Tom Waits como alguns pontos de referência da sua voz artística. Para além da poesia e da intensidade dos seus temas, Mazgani conta também com uma presença em palco digna dessas mesmas referências.

A revista de renome “Les Inrockuptibles”, em França, já deu a sua opinião: Mazgani foi considerado um dos 20 melhores novos artistas musicais da Europa. No final de 2008, o International Songwriting Competition, onde figuram nomes como Tom Waits e Jerry Lee Lewis no painel de juízes, premiou com o terceiro lugar o tema “Somewhere Beneath This Sky”. Concorreram a esta competição 16,000 artistas de todo o mundo.

2009 foi um ano repleto de actividade: o lançamento do EP “Tell the People” – uma edição Optimus Discos, e a edição internacional “Ladies and gentleman, introducing Mazgani”. Esta coletânea reúne 5 temas do EP “Tell the People” e 5 temas do primeiro álbum, bem como, o tema inédito “Slaughterhouse of Love”. Este lançamento foi motivo de várias digressões pelo BeNeLux e Escandinávia, incluindo um showcase no Festival Eurosonic em Janeiro 2010.

Em Abril de 2010, Mazgani lança aquele que é o seu segundo disco de originais “Song of Distance”.

Contando novamente com a produção de Pedro Gonçalves e Hélder Nelson, Mazgani e seus cúmplices recolheram-se no campo e entre caminhos de cabras e olivais, montaram um estúdio improvisado num dos espaços do CENTA (Centro de Novas Tendências Artísticas), tendo gravado 14 canções em cerca de 10 dias. A ambição era encontrar a paixão e a verdade de cada desempenho, a vida de cada canção. O resultado é um disco despojado e nu, que expõe uma voz que canta a solidão dos grandes amores, a falta, a queda e a urgência.

No seguimento da edição nacional do disco, Mazgani atua em França no Festival Europavox 2010 e em território nacional em vários Auditórios e Festivais como o MED Loulé ou Sintra Misty terminando o ano com um concerto no Clube “Moby Dick” em Madrid. Entretanto, “Song of Distance”, foi também lançado no Reino-Unido, onde conta com uma edição digital via a AWAL (ArtistsWithout a Label), plataforma que ajudou a lançar vários projetos de renome, incluindo os Arctic Monkeys. De destacar ainda o lançamento deste álbum nos territórios do Benelux.
 

Mazgani foi, também, a convite do encenador João Lourenço, o responsável pela banda sonora da peça “O Senhor Puntila e o seu criado Matti”, de Bertold Brecht, em cena no Teatro Aberto. Esta peça conta com nomes como Miguel Guilherme e Sérgio Praia, para além de um elenco de 15 atores e 3 músicos que irão interpretar ao vivo os temas compostos por Mazgani.

Tríssono

7 Julho | Abertura da Feira de Artesanato | 18h30
“Tríssono” | Um Século de Guitarra de Coimbra
 
Álvaro Aroso – guitarra portuguesa (coimbrã), José Santos Paulo – guitarra portuguesa (coimbrã) e Eduardo Aroso – viola dedilhada (guitarra clássica)
PROGRAMA
– Carlos Paredes, Verdes Anos
Séc XIX/XX
– Anthero da Veiga
                           Bailados do Minho
Anos 20/30
– Flávio Rodrigues 
                           Valsa em Sol Maior
– Jorge Morais “Xabregas”
                           Variações em Lá menor
– Artur Paredes
                           Variações em Sol Maior
Anos 30/40
– António Carvalhal 
                           Variações em Lá Maior
– Armando Carvalho Homem
                           Variações em Ré menor
– José Amaral 
                           Variações em Lá menor
Anos 50/60
– João Bagão
                           Variações em Lá menor
– António Brojo
                           Estudo em Lá
Anos 70
– Álvaro Aroso
                           Renascer
– Carlos Paredes
                           Variações sob uma dança popular 


Álvaro Arosonasceu em Coimbra, em 1954. Licenciado em Economia. Fez parte de grupos musicais académicos. Colaborou em programas de televisão. É intérprete e compositor de guitarra de Coimbra.
José Santos Paulo nasceu em Nova Freixo, Moçambique, em 1960. Fez parte de grupos musicais académicos. Colaborou em programas de televisão. Diplomado com o Curso de Canto do Conservatório, intérprete de guitarra de Coimbra, é professor deste instrumento no Conservatório de Música de Coimbra. Publicou Método de Guitarra Portuguesa, obra que contempla um ensino progressivo, desde simples exercícios a peças para instrumento solista e orquestra.
Eduardo Aroso nasceu em Coimbra, em 1952. Licenciado em Música (ensino genérico). Fez parte de grupos musicais académicos. Colaborou em programas de televisão. Intérprete de viola dedilhada (guitarra clássica), autor de poemas e fados/baladas, bem como de música para guitarra de Coimbra e guitarra clássica. Publicou, entre outros, A Guitarra Portuguesa – Património Cultural.
Para além deste programa instrumental intitulado 12 peças e 12 autores, os elementos do TRÍSSONO constituem, com outros, a Tertúlia do Fado de Coimbra, grupo com cerca de 4 décadas, com atuações nos cinco continentes, tendo uma discografia que contempla desde os chamados temas “clássicos” de Coimbra (Relíquias CD) aos originais do próprio grupo (Amanhecer em Coimbra CD). Álvaro Aroso, José Santos Paulo e Eduardo Aroso fizeram parte do grupo «Quatro Elementos», tendo gravado o CD intitulado O meu lugar, com músicas originais sobre poemas de António Arnaut. José Santos Paulo e Eduardo Aroso gravaram também, recentemente, a obra completa de Flávio Rodrigues, guitarrista de Coimbra. 

Encontro com um Piano

6 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 18h30
“Encontro com um Piano” | Vasco Rocha

PROGRAMA
– Bach (1685/1750) 
                           Fantasia Cromática e Fuga em Ré menor
– Liszt- Paganini (1811/1886) 
                           Estudo nº2 em Mi bemol Maior
– Beethoven (1770/1827) 
                           Sonata nº18, em Mi bemol, op.31 no.3
– Ravel (1875/1937) 
                           Sonatina



Vasco Silva Dantas Rocha nasceu no Porto, em 1992. Fez Com a sua primeira apresentação pública como pianista aos 6 anos de idade. Em 2000, foi admito com distinção no Conservatório de Música do Porto. Desde então, já atuou como pianista e violinista em mais de uma centena de eventos musicais, em variadas salas de renome, em Portugal, Espanha, Grécia e Reino Unido, tais como, Teatro de San Agustin, Whiteley Hall, Amaryllis Fleming Concert Hall, Casa da Música, CCB, Auditório Caixa Nova de Vigo, Europarque, Grémio Literário de Lisboa, Ateneu Comercial do Porto, Teatro Helena Sá e Costa, Museu Romântico do Porto, Salão Árabe do Palácio da Bolsa, entre outros.
De entre os vários prémios obtidos em diferentes concursos em Portugal e Espanha, destacam-se os seguintes primeiros prémios: Concurso de música de Câmara Maestro Ivo Cruz (em 2004 e 2008), Concurso de Piano de Vigo (2006 e 2010); Concurso de Piano “Marília Rocha” (“2006”); Concurso Ibérico de Piano do Alto Minho (2007 e 2011); Concurso Internacional de Piano do Fundão (2007); Concurso de Piano de Paços de Brandão (2007); Concurso de piano Elisa Pedroso (2009); Concurso Internacional de Piano “Florinda Santos” (2010); Concurso de Piano de “Santa Cecília”, Porto (2011). Foi também distinguido com o “Prémio Casa da Música 2009”.
Em Junho de 2010, completou os seus estudos no Conservatório de Música do Porto (8ºgrau), com a nota máxima de 20 valores, onde foi sempre aluno da pianista Rosgard Lingardson. Participou em diversas masterclasses de piano e violino com professores conceituados, tais como, Dimitri Alexeev, Álvaro Teixeira Lopes, Phillipe Cassard, Andrew Ball, Pedro Burmester, Ian Jones, Betty Haag-Kuhnke, Sergei Covalenco, Fausto Neves, Peter Donohoe, entre outros. Recebeu conselhos do Maestro Ivo Cruz. Gravou em CD, a convite da Rádio Galega, em Vigo, no Auditório Caixa Nova, e também em Manchester no Grande Auditório do Chetham’s College. Em Janeiro de 2011 realizou, na “Sala Suggia” da Casa da Música, um recital de piano após ter sido premiado com o “Prémio Casa da Música 2009”. Em Setembro de 2010 iniciou os seus estudos no Royal College of Music, em Londres, onde trabalha com o conceituado professor Niel Immelman.

“Diálogo de Cordas”

5 Julho | Teatro Diogo Bernardes | 18h30
“Diálogo de Cordas”
Eliseu Silva Violino | Olga Amaro Piano

PROGRAMA
I
– C. Saint-Saens (1835/1921)
                       Introduction et Rondo Capriccioso op. 28
– F. Kreisler (1875/1962)
                       Liebesleid
– C. Debussy / J. Heifetz (1901/1987)
                       Beau Soir
– P. Tchaikovsky (1840/1893)
                       Valse-Scherzo op.23
II
– I. Albeniz (1860/1909) 
                       Tango op.165
– E. Granados / F. Kreisler (1875/1962) 
                       Danse Espagnole
– H. Villa-Lobos (1887/1959)
                       O Canto do Cisne Negro
– A. Piazzolla (1921/1992) 
                       Libertango
                       Milonga en re
                       Fracanapa
– C. Gardel (1887-1890?/1935)/ J. Williams 
                       Por una Cabeza


Eliseu Silva, natural do Porto, nasceu em 1983. Ingressou no Conservatório de Música do Porto, na classe de violino do Prof. José Paulo Jesus. Licenciou-se na ESMAE com classificação máxima na classe do professor Radu Ungurano. Estudou paralelamente com Prof. Valentin Stefanov. Realizou Pós-Graduação em Performance e Mestrado em Pedagogia e em Ensino de Música, na Universidade de Aveiro. Atualmente, é doutorando no Curso de Música e Musicologia, vertente de Interpretação, na Universidade de Évora.
Obteve diversos prémios e galardoes nos concursos “Júlio Cardona” (Covilhã) e Prémio Jovens Músicos – Rádio Difusão Portuguesa, assim como no Concurso Superior de Interpretação do Estoril, Concurso de Cordas da Yamaha Music Foundation Of Europe e Concurso Helena Sá e Costa, Prémio Engº António de Almeida, Prémio Rotary Club Porto e Concurso Internacional de violino José Augusto Alegria. Em Março de 2005 obteve a Bolsa de Mérito do I.P.P Instituto Politécnico do Porto. Foi convidado pelo professor Uwe-Martin Heiberg para integrar a sua classe na Hochschule Fur Musik Hanns Eisler Berlin.
Em 2003 foi o primeiro violinista português a ser membro da GUSTAV MAHLER JUGEND ORCHESTER(GMJO), para uma Easter Tour na Suiça e no Japão com Pierre Boulez. Apresentou-se a Solo com variadas orquestras e agrupamentos musicais como a Orquestra de Câmara do Conservatório Música do Porto, Sinfonieta da ESMAE, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Académica do Porto, Ensemble Música Esperança e Lusitanæ Ensemble, Orquestra do Vale do Sousa, desempenhando em muitas destas o cargo de concertino e como solista Fez vários recitais pelo país e no estrangeiro, a solo e com piano. Destacam-se os mais recentes, realizados em Bucareste e Constanza (2011) com a pianista Olga Amaro e, ainda, concertos inseridos nos Festivais de Outono em Aveiro, Festival de Cascais, Ponte de Lima, Vila Real e Bragança. Orientou várias Master-Classes em Aveiro, Porto e Maia. Como repercussão do seu trabalho de Mestrado dirige e coordena um projecto de cariz social, envolvendo o Curso de Musica Silva Monteiro Câmara do Porto, o Ministério da Educação, a Bial e o BPI em que tem a orquestra como instrumento dinamizador.
Olga Amaro é diplomada pela Universidade de Stellenbosch, integrando durante anos a classe da pianista Nina Schumann, com quem concluiu em 2008 o grau de Mestre em Piano Performance cum laude. Ao longo do seu percurso musical foi aluna de Eugénia Moura (AMFF) e Constantin Sandu (ESMAE) formando-se paralelamente com músicos como Helena Sá e Costa, Sequeira Costa, Vladimir Viardo, Konstantin Sherbakov, Alexei Lubimov, entre outros.
Detentora de vários prémios a nível nacional e internacional, entre eles o 1º Prémio no Concurso Nacional Florinda Santos (1996), Mabel Quick Competition e o 1º Prémio na Categoria de Ensemble do ATKV-Muziq Competition (Pretória, África do Sul), Olga Amaro é uma presença regular como solista e músico de câmara, tendo realizado concertos em Portugal, Espanha, Roménia, África do Sul e Moçambique.
De 1997 a 2003 foi bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian, tendo também recebido o Prémio Lions Clube e a Bolsa de Mérito do Instituto Politécnico do Porto (2002). Em Outubro de 2011 foi laureada com o Prémio de Melhor Pianista do 5º Concurso de Canto Lírico da Fundação Rotária Portuguesa. Presentemente ocupa o cargo de pianista acompanhadora da AMFF.